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Mostrando postagens de fevereiro 8, 2026

Entrevista com o autor Ronne — Missões: Experiências e Reflexões

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  Entrevista com o autor Ronne — Missões: Experiências e Reflexões 1-O que te motivou a escrever Missões: Experiências e Reflexões? Houve um momento específico no campo missionário que despertou esse desejo de compartilhar suas vivências? Houve, sim, um momento que despertou esse desejo: Foi quando resolvi escrever minha história, e de minha família, nesse primeiro momento não havia a ideia de escrever um livro propriamente dito, e sim apenas um relato de nossas experiências, Mas Deus falou comigo de forma clara: essas vivências precisavam ser compartilhadas para edificar, despertar vocações e fortalecer a Igreja. O livro nasce desse lugar, do campo, da oração, das lágrimas e da esperança, como um testemunho de que Deus continua agindo poderosamente através daqueles que dizem “eis-me aqui”. 2-O livro mistura relatos pessoais com reflexões bíblicas e práticas. Como foi equilibrar a experiência vivida com a responsabilidade de ensinar e edificar espiritualmente o leitor? Equilibrar ...

Entrevista com a autora Mirian

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  Entrevista com a autora Mirian 1-O que te levou a escrever Não me calarei? Em que momento você sentiu que transformar sua vivência em livro era necessário? A dor vivida por mim e por minha família foi profunda e, por muito tempo, sufocante. Em um primeiro momento, fui convidada a participar como coautora do livro  Mulheres que Inspiram . Ao começar a escrever, percebi que a minha história não cabia em apenas um capítulo. Havia vivências, silêncios, feridas e superações que pediam espaço, voz e profundidade. Foi ali que entendi que precisava escrever um livro solo, e assim nasceu  Não me calarei . Durante o processo de escrita, ao revisitar cada dor e cada detalhe da minha trajetória, passei a enxergar com ainda mais clareza a grandiosidade da presença divina em minha vida. Com ela, encontrei força para me curar e, sobretudo, para ajudar a curar outros, por meio do amor, da fé e da verdade. Escrever deixou de ser apenas um relato: tornou-se um ato de libertação, cura e ...

Entrevista com a autora Vanessa

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 Entrevista com a autora Vanessa 1 — O título da obra é bastante provocador. O que você entende por “terror” dentro da vida cotidiana e como essa ideia guiou a escrita do livro? Entendo o “terror cotidiano” como as violências normalizadas que atravessam a vida de forma silenciosa, mas profunda — como a pressão estética, a exclusão social e as desigualdades estruturais. São experiências que, embora naturalizadas, produzem medo, angústia e desgaste subjetivo. A escrita do livro partiu desse reconhecimento: observar o que parece comum e revelar o quanto isso pode ser opressor. 2 — Diferente do terror tradicional, a obra dialoga mais com o desconforto psicológico e emocional. Essa foi uma escolha consciente desde o início do processo criativo? Sim, foi uma escolha consciente. O terror tradicional muitas vezes desloca o medo para o irreal ou o sobrenatural. Optei por trazer o medo de volta para o que nos cerca, para aquilo que reconhecemos no cotidiano. O desconforto psicológico nasce ...